19 dez 2013

Professor Rivadávia Drummond entre os 16 mineiros que marcaram o ano de 2013

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Nosso Reitor, Prof. Dr. Rivadávia Drummond, é destaque na Revista Encontro. Ele está entre as 16 personalidades mineiras, de diferentes áreas, que marcaram o ano de 2013.

A Encontro dedicou-se em selecionar e reconhecer as pessoas que contribuíram com Minas Gerais, sobretudo os mineiros. Leia aqui, na íntegra, a matéria do professor Rivadávia.

29 nov 2013

Sempre será a primeira vez

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Crônica de Alex Moura (curso de Jornalismo)


Não importa. Independente do módulo – seja o primeiro ou sexto -, a aproximação da semana do Circuito Acadêmico e, consequentemente, da apresentação do Trabalho Interdisciplinar de Grupo (TIG) sempre vai despertar a ansiedade nos alunos.  Os trabalhos são desenvolvidos durante todo o semestre, porém, no dia da apresentação, os grupos têm que sintetizar sobre tudo aquilo que foi feito. Fácil, né? Ledo engano. A tarefa, por mais que pareça, não é nada fácil.  Depois do trabalho apresentado vem a sensação de dever cumprido… Ou não.

Para cada observação de um professor, vários olhares atentos e preocupados.  Cada palavra é muito bem pensada antes de ser proferida. Às vezes, nem é. Enquanto um grupo apresenta, os outros estão do lado de fora aguardando. Muitos fazem ajustes finais, outros conversam da vida, amenidades. Os grupos que já apresentaram fazem o balanço final da apresentação, discutem sobre o que poderiam ter feito de diferente. Sempre há algo que poderia ter sido feito diferente. Sempre há.

É interessante ver a interação que o Circuito proporciona entre os cursos do UniBH, principalmente com o novo formato da Cidade do Conhecimento.  Enquanto um trabalho tem como tema principal a esquizofrenia, outro trabalha a importância da musculação na saúde, outro já trata da importância do própolis, os temas são os mais variados possíveis. O Circuito é isso, amálgama de pessoas diferentes e de cursos distintos que, por três dias no semestre, propicia a troca e o compartilhamento de forma intensa do conhecimento adquirido nas salas de aula para os alunos da instituição.

28 nov 2013

Crônica – Caminhar nas alturas

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Crônica de Sarah Lima (curso de Jornalismo)

Cidade do Conhecimento, o lugar onde a informação está em cada esquina. A cidade é construída por seus habitantes, são eles que dão forma e originalidade ao local onde vivem.
Após um semestre de provas, pesquisas e leituras, os universitários ainda são responsáveis por um trabalho final. O temível Trabalho Interdisciplinar de Graduação, TIG, é o grande desafio para a maioria dos estudantes.Frio na barriga, insônia na noite que antecede a apresentação e ensaios tensos são alguns dos sintomas pra quem está prestes a dar a luz ao TIG.
Como se não bastasse a correria da vida universitária, as incertezas da profissão são pedras que os estudantes enfrentam. Muitos se perguntam sobre o porquê de mais um trabalho na grade curricular. E não é um trabalho qualquer, mas um tão especial que demanda uma disciplina só para ele. O suficiente para entrar de vez na vida acadêmica dos graduandos.
Pensar em ter um curso superior sem se conectar com o mercado de trabalho é perda de tempo. Os professores têm o hábito de dizer que o tempo na faculdade existe para errar, pois, afinal, é errando que se aprende. Agora, imagine testar seu projeto para uma banca. Será que sabemos “vender” o nosso peixe?
Ao chegar cedo para o evento, você observa todo o processo de montagem, preparativos e até ensaios de apresentações. Um grupo de amigos se reúne para se divertir em um esporte novo, o slackline na modalidade highline.Traduzindo para leigos em esporte radical: uma pessoa, trajada com os devidos equipamentos de segurança tem o desafio de fazer uma travessia sobre uma fita esticada cinco metros acima do chão. Coragem é requisito primordial para se aventurar em um esporte no qual medrosos não se arriscariam.
E o que é o TIG? Uma aventura onde temos que andar sobre a fita, que simboliza o projeto desenvolvido durante todo o semestre. Ter competência no trabalho contribuirá, decisivamente, para o jovem completar a tarefa final de cada semestre.
E a altura? Já tentou imaginar o que tipifica? É o que nos transporta para além da nossa realidade e nos fascina a ponto de ocupar, quase perenemente, nossos pensamentos. Os sonhos e as ambições são o combustível para o futuro para qualquer jovem.  São os sonhos que nós tiram do chão, do mundo comum, e nos alça à categoria dos destemidos.
Você pode perguntar: “O que faz um jovem atravessar uma fita preso nas alturas”?
Ora, a chance de se arriscar e se superar, mesmo diante da possibilidade de fracasso. Para este jovem caminhar nessa adrenalina toda, existe uma corda presa à fita. Essa corda é a perseverança em nunca desistir, a determinação que o faz continuar. A queda pode até acontecer, mas não será o fim da aventura. Afinal, o jovem está apenas no começo do ensaio da vida. São apenas treinos para a entrada, de vez, no mundo da concorrência.

A travessia começa quando você decide subir a lugares altos, sair da comodidade e se lançar em desafios que serão decisivos para sua carreira. Entrar em uma faculdade é o começo da escalada, que requer aperfeiçoamento constante. As quedas existem, mas são elas que nos fazem superar os medos e vencer os gigantes internos que insistem em nos paralisar com as incertezas durante o trajeto. Esses ensaios são como roteiros para quem decide andar sobre uma fita sem tirar os olhos do foco: viver os melhores anos da vida se arriscando.

27 nov 2013

Crônica – Cidade dos Sonhos

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Crônica de Dany Starling (curso de Jornalismo)

Você já se mudou alguma vez? Não de casa, apartamento ou bairro, mas de cidade? Já
deixou o lugar onde conhecia tudo e todos, onde qualquer cantinho lhe era familiar,
para desbravar um território totalmente desconhecido? Onde você até que conhece
algumas pessoas, mas a maior parte é composta por verdadeiros estranhos.
Você vai chegando aos poucos. Desconfiado, surpreso, sem entender bem onde
está, o que está acontecendo, onde pisa. Se vê em um ambiente novo, inexplorado,
desafiador. Que desperta sentimentos contraditórios, um misto de expectativa,
apreensão, esperança, medo, tensão e alegria.
Os estudantes que chegaram hoje à Cidade do Conhecimento, palco do Circuito
Acadêmico, depararam com essa nova realidade. À sua frente estava um mundo novo
para ser explorado. As novidades eram tantas que era difícil até mesmo elencá-las de
pronto. Os olhos iam e viam para todos os lados, ávidos para desvendar uma surpresa,
um mistério.
Convenhamos, apresentar o TIG é uma tarefa ingrata. Ainda que processo e resultado,
na maior parte das vezes, sejam gratificantes, aqueles momentos que antecedem a
banca são de muito nervosismo. E na hora de falar diante dos professores? As palavras
escapam, os slides parecem que conspiram contra você, tudo parece estar por um fio.
A Cidade do Conhecimento foi construída de modo a facilitar todo esse processo.
É muito mais fácil lidar com a missão que parece impossível quando o ambiente
é mais aconchegante. Propício para o trabalho que está por vir. Tal qual quando
projetamos a cidade ideal para vivermos: que reúna organização, segurança,
infraestrutura adequada, espaços de descanso e lazer. E beleza, que como diria o
poeta, é fundamental.
Ruas e avenidas largas, sinalizadas de modo a facilitar o acesso de todos a cada
setor específico de apresentação. O espaço Vila Mundo, uma espécie de Parque
Municipal da Cidade do Conhecimento. Áreas voltadas para crianças, com brinquedos
e instrutores, deleite para alunos e professores com filhos. Praça de alimentação
diversificada e que prioriza a alimentação saudável. Divisão das “casas” (na verdade, os
stands) de maneira lógica, abrigando cada estilo de apresentação em um único lugar.
E, em meio a tudo isso, shows e apresentações culturais para desanuviar a mente após
um trabalho tão desgastante.
A Cidade do Conhecimento foi projetada com um objetivo claro: fazer as
pessoas circularem. Dessa forma, as apresentações de trabalho deixarão de ser
limitadas somente a um curso, uma turma, um grupo. Dessa forma, inovação,
empreendedorismo, talento, criatividade, sustentabilidade e muito, mas muito saber,
serão disseminados a contento. Basta dar o primeiro passo.

27 nov 2013

Crônica – Exposição: nu frontal

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Crônica de Hiago Soares (curso de Jornalismo)

Eu estava nua. Meus olhos, minúsculos, estavam pintados de azul. Minha boca
respirava num batom vermelho radiante. Minhas bochechas denunciavam um cuidado
particular com a pele do rosto. Ainda assim, sentia-me pálida.
Colocaram-me num canto, próximo às paredes de tijolos. Três iguais a mim – o olho
azul, a boca vermelho radiante, bochechas douradas – faziam fila atrás das minhas
costas magras.
Olhavam-me com curiosidade, mas a minha silhueta despida, meus peitos tão anormais
aos padrões de hoje, meus pés sem dedos, minhas mãos adormecidas na cintura, e meu
queixo fino, sem graça, não surtiam minutos a mais naquela curiosidade estudantil.
Eu estava nua. E insistia na minha cabeça sempre erguida. Não fui feita para
prostrações, pele murcha, colo caído. Levam-me de um ponto a outro, esbarram minhas
pernas nas arestas mais pontudas, deixam-me caída no chão depois de um solavanco
qualquer. Mas sou a que mantém uma disposição inigualável à correria dos dias.
Sempre.
Nua e importante, porque sou receptáculo das referências. Sou a que carrega tendências
da planta dos pés à cabeça careca – vez em quando me botam uma peruca sem graça,
mas sorrio. Fui inventada para sorrir. Estampo as flores, os tecidos, os cortes. Visto a
mão de uma costureira.
Mas hoje, justamente hoje, junto às minhas companheiras-irmãs, deixaram-me nua.
Eu virei vitrine de mim mesma, sou um “pouco caso” quando não me encontro
devidamente equipada: o algodão transformado em roupa me faz sentir uma verdadeira
mulher. Mas eu era uma manequim.

Manequins do curso de Design de Moda aguardam o público, no Circuito TIG

21 nov 2013

UniBH é destaque no Prêmio Santander Universidades

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Premiação teve quase 17 mil trabalhos inscritos. UniBH foi a única instituição de ensino superior privada de Minas Gerais premiada na edição 2013 do Santander Universidades.

Os projetos vencedores do UniBH no Prêmio Santander 2013 foram: “Rato Atrevido: Game para alfabetização de criança com transtorno do espectro do autismo“, da aluna do curso de Produção Multimídia, Ana Paula Sarrizo Molinari Moreira, sob orientação do professor Anderson Pimentel Borges e o Projeto “MATLAA: Máquina de Troca do Líquido de Arrefecimento Automotivo“, representada pelo aluno do curso Engenharia Mecânica, Cristian da Silva Rocha, sob orientação da professora Ângela de Castro Abi Sáber.

Para a vice-reitora do UniBH, Vânia Café, a participação no Prêmio Santander Universidades é muito valorizada, pois a concorrência acontece com outras importantes Instituições de Ensino Superior de todo o país, públicas e privadas. Ela ressalta que, ganhar dois prêmios dos cinco entregues em um evento com quase 17.000 trabalhos inscritos, revela a qualidade do Projeto Acadêmico do UniBH. “Essa é uma conquista muito importante, porque é uma conquista coletiva – da instituição, dos professores e dos alunos. Um bom projeto acadêmico, concretizado em um aprendizado experiencial e autônomo, conduzido por professores excelentes, é o terreno fértil em que o talento de nossos alunos se revelam”, pontua.

Sobre os projetos vencedores

Game para autistas – Há alguns anos, a aluna Ana Paula Sarrizo participa de uma ação social com crianças carentes e, dentre elas, autistas. Foi aí que ela se despertou para as necessidades diferenciadas de aprendizado que os autistas necessitam, e, dentro do seu universo de estudo – a Produção Multimídia – buscou algo que pudesse contribuir para o desenvolvimento dessas crianças.

De acordo com Ana Paula, a proposta do game é fazer um jogo em que a criança autista esteja divertindo e aprendendo a reconhecer letras e palavras. “Existem poucos jogos no mercado para autistas e, a maioria deles não contempla a aprendizagem implícita. Sempre acreditei que despertar a autonomia do autista era fundamental para seu desenvolvimento”, conta. A previsão é que dentro do quatro meses o game seja colocado nas plataformas para Android e iOS.

Sobre a premiação, Ana Paula diz que foi difícil acreditar que era a vencedora. “Quando a gente se inscreve num prêmio desses, a gente sonha, mas não imagina que vai chegar até o fim. Vencer o Santander Universidades 2013 é sensacional, pois mostra que a gente pode! Agradeço muito ao incentivo do Santander e do UniBH, que acompanhou de perto e celebrou comigo essa conquista”, finaliza.

Máquina de Troca do Líquido de Arrefecimento Automotivo – Os sete alunos o 2º período do curso de Engenharia Mecânica, Cristian da Silva Rocha, Jusley Vieira, Breno Borges, Camila Reis, Tiago Machado, Lucas Viana e Lucimar Eustáquio desenvolveram um projeto para facilitar um trabalho muito comum nas oficinas mecânicas: a troca do líquido de arrefecimento automotivo. Esse sistema é responsável por refrigerar o carro. Quando o veículo aquece demais, o líquido – que tem que ser trocado a cada um ano – ativa e a temperatura do carro abaixa para não dar problema.
A ideia de desenvolver o projeto começou quando um integrante do grupo, Jusley, que é dono de uma oficina mecânica, compartilhou com os colegas que essa troca do líquido nos veículos era sempre problemática. A partir daí, os alunos reuniram e, cada um com sua expertise, iniciaram o desenvolvimento da Máquina de Troca do Líquido de Arrefecimento Automotivo (MATLAA). No decorrer do projeto, os alunos fizeram um cálculo e viram que, em média, essa troca do líquido gastava 300 litros de água por carro!

O grupo criou, então, a MATLAA, máquina que efetua a limpeza do sistema gastando apenas 20 litros de água. A máquina ainda traz o benefício da economia de energia, pois o veículo tem que estar ligado durante o procedimento e utiliza a bateria do carro para isso.
O aluno Christian Rocha, que subiu ao palco para receber o prêmio pelo grupo e foi aplaudido de pé pela banca avaliadora, conta da emoção ao ouvir o anúncio do vencedor. “Fiquei ansioso, pois nosso projeto foi o último a ser divulgado. Subi no palco chorando. A vitória é do nosso grupo. Cada integrante contribuiu em uma área e foi isso que fez o nosso projeto vitorioso”, conta. O aluno revela, ainda, que a professora Ângela de Castro Abi Sáber foi fundamental para a vitória. “Ela foi muito presente, participativa e incentivadora. Não deixou ninguém desanimar e insistiu para que nos inscrevêssemos no prêmio”, diz.

O protótipo da máquina já existe e está sendo utilizado na oficina do aluno Jusley. Segundo Cristian, nos próximos meses a ideia é melhorar a aparência da MATLAA. Os alunos já entraram com a patente do projeto e pretendem oferecê-lo ao mercado.

01 nov 2013

Alunos de biomedicina desenvolvem estudos sobre o papel do biomédico nas doenças da globalização

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Os trabalhos serão apresentados no Circuito Acadêmico

No próximo ano, o Brasil será palco do maior evento esportivo: a Copa do Mundo. Com o aumento temporário da população e a circulação de vírus, bactérias dos mais variados cantos, podem causar mudança no nosso perfil epidemiológico, trazendo riscos à saúde pública.

Para informar a comunidade acadêmica de como evitar a disseminação das enfermidades já erradicadas no país e a exposição de doenças desconhecidas, os graduandos do 5º período do curso de Biomedicina desenvolvem pesquisas sobre as doenças da globalização.

O grupo formado pelas alunas Dine Paiva, Iasmine Ferreira, Izabela Silva, Priscilla Almeida, Roberta Silva, Sarah Plischka e Thaís Mais tem como objetivo desenvolver estudos sobre a Febre do Oeste do Nilo.

Segundo a aluna, Sarah Plischka, no primeiro momento, foi construída revisão bibliográfica com informações básicas sobre a doença, as formas de contaminação e tratamento. O segundo momento constituiu na elaboração de um aplicativo para Android, “Fight the Bite “ que possibilita aos usuários acesso as principais informações sobre a doença.


De acordo com a aluna Priscilla Almeida o projeto contribui para a formação acadêmica demonstrando que o biomédico pode ser agente de saúde e disseminador de informações.

Para baixar o aplicativo, acesse a Fan Page  - Fight the Bite

21 out 2013

Curso de Direito é um dos mais procurados

Bacharéis se beneficiam de bons salários e carreira promissora com diversas possibilidades de atuação no mercado

Escolher o curso de Direito pela sua tradição não é mais o principal atrativo para a maioria dos estudantes. De acordo com especialistas, o que tem chamado a atenção dos que decidem apostar no campo das ciências jurídicas é a base que a graduação oferece para as novas carreiras em evidência no mercado de trabalho, que precisam interagir e dialogar com outras áreas do conhecimento.

Além disso, o Direito continua sendo uma das profissões mais procuradas nos últimos anos. Para se ter uma ideia, conforme dados do Senso da Educação Superior 2012, o curso ocupa um dos primeiros lugares no ranking com o maior número de matrículas nas universidades brasileiras, que registrou mais 730 mil estudantes inscritos em todo país.

“A necessidade do estudo e de atualizações constantes são premissas básicas para se dar bem na área, já que as leis da Constituição Federal estão sempre sendo revisadas”,pontua o coordenador do curso de Direito do UniBH, Luciano Camargos. Segundo ele, o mercado de trabalho para o jovem profissional do direito é o mais amplo e acolhedor possível, porque ele tem diversas possibilidades de atuação. Mas tudo isso depende de sua preparação, qualificação e esforço pessoal.

Os bacharéis em Direito podem se beneficiar de bons salários e exercer as carreiras de advogado, juiz, promotor de justiça, procurador e delegado, carreira diplomática, docente e política e trabalhar na administração pública por meio de concursos.Para advogar, contudo, o estudante deve ser aprovado no exame da OAB.

O comprometimento com a qualidade do ensino garantiu ao curso de Direito do UniBH quatro estrelas no prêmio Melhores Universidades 2012, realizado pelo Guia do Estudante. Além disso, ele está entre os três melhores cursos de Direito de Belo Horizonte e região metropolitana, de acordo com o Conselho Secional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Conselho Federal da OAB.

Orientação

Estágio. Para orientar a formação dos alunos do curso de Direito e propiciar assistência jurídica e gratuita à população, o UniBH conta com o Núcleo de Prática Jurídica–NPJ,um espaço aberto onde todas as orientações e serviços jurídicos e sociais são realizados pelos estudantes, sempre sob a supervisão de professores especializados nas suas áreas de atuação.

Outro projeto que merece destaque é o Juizado de Conciliação, firmado em parceria com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
Atendimento. De segunda a sexta-feira no campus Lourdes, das 9h às 18h.

Campus

Infraestrutura. O campus Lourdes do UniBH oferece mais conforto e espaço para os alunos dos cursos de Direito, Relações Internacionais e pós-graduação. A unidade tem uma excelente infraestrutura, com 14 salas de aula e dois laboratórios de informática, uma biblioteca com cerca de 20mil exemplares, auditório com cem lugares e sala dos professores climatizados, elevadores de acesso a todos os andares,amplo espaço de convivência com lanchonete e rede wireless, além de um acesso externo direto para o Núcleo de Práticas Jurídicas.

RI foca na visão crítica dos alunos
A lógica da interdisciplinaridade também é levada a sério no projeto pedagógico do curso de Relações Internacionais do UniBH. Além de possuir um corpo docente de alta qualidade, a graduação recebeu três estrelas no prêmio Melhores Universidades 2013, realizado pelo Guia do Estudante. O curso ocupa a 7ª colocação como melhor curso do Brasil e completa dez anos este ano.

“Desenvolvemos no aluno a capacidade de ter um olhar crítico diante de fenômenos políticos, sociais, ambientais e econômicos, formando uma espécie de cidadão global. Independentemente da sua área de atuação no mercado, o profissional terá uma formação diferenciada, que prioriza uma competência transdisciplinar ao conseguir manter um diálogo com outras áreas do saber ou diferentes setores de uma empresa, por exemplo”, pontua o coordenador do curso de Relações Internacionais do UniBH, Rafael Ávila.

Fonte: Jornal Super Notícia – 21/10/2013

19 out 2013

Sala VIP para receber familiares e acompanhantes dos candidatos

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A Sala VIP, mais uma vez, fez a diferença no momento da recepção aos pais, familiares, amigos e acompanhantes dos candidatos ao Vestibular. Ao contrário dos anos anteriores, a sala foi montada no galpão de eventos do Bloco C2, no intuito de oferecer mais espaço e conforto àqueles que tiveram de aguardar o término das provas.

Em bancos e poltronas aconchegantes, os acompanhantes dos vestibulandos puderam relaxar, ler jornais e revistas, assistir a shows de MPB (música popular brasileira) – exibidos num telão -, além de saborear um delicioso lanche. Pão de malte, requeijão com ervas, geleia de morango, sucos, iogurtes e café, todas essas delícias à disposição dos presentes no local.

Alunas do curso de Estética e Cosmética do UniBH, coordenadas por Clara Veloso, coordenadora do curso, promoveram sessões de Quick Massagem, um tratamento que visa o relaxamento dos músculos e alívio da tensão. “Além de tirarmos a tensão dos pais dos candidatos, os tranquilizamos e passamos confiança a eles”, contou a aluna Adriana Marques.

Na fila, aguardando sua vez de passar pela massagem, estava a pedagoga Maria das Graças, 50, que trouxe a filha Fernanda Canuto, 17, candidata a uma vaga em Direito. “Estou tranquila e confiante no sucesso da minha filha, pois ela é muito esforçada e estudiosa, mas, mesmo assim, quero a massagem”, contou.

Ao lado, estava o empresário Antônio Rodrigo, 33, ao aguardo da noiva Laura Maria, 25, que tenta uma vaga para ingressar no curso de Medicina. Os dois vieram da cidade de Barreiras, no Oeste da Bahia, em busca da realização de um sonho. “Um amigo lá da Bahia nos informou que essa universidade é muito boa. Pela maneira que estou sendo recebido aqui, nesta sala, tenho certeza de que meu amigo tinha razão”, brincou o jovem baiano.

19 out 2013

Créditos estudantis facilitam a vida dos alunos do UniBH

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O sonho de ingressar no ensino superior se torna alcançável com os créditos estudantis oferecidos pelo UniBH. Você ingressa na faculdade, e só se preocupa com as mensalidades após a formatura.

Com o programa de crédito estudantil UniBH/Juros Zero, você pode financiar até 100% do valor do seu curso. Paga somente metade do valor mensal no dobro do tempo, e o UniBH paga os juros para você durante todo o período de financiamento. E o melhor: a pré-aprovação é rápida, fácil e sem burocracia.

Já no Fies, programa do Ministério da Educação, você pode financiar até 100% do seu curso e paga em até três vezes o período financiado do curso, acrescido de 12 meses, quando já estiver no mercado de trabalho, com salário maior. Os juros são bastante reduzidos – somente 3,4% ao ano – e você pode solicitar o benefício a qualquer momento, basta estar matriculado. E não precisa de fiador!

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